A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros) convoca toda a sociedade para participar de uma mega ação nas redes sociais.
A entidade irá promover um tuitaço nesta quarta-feira (16), dia da III Marcha Nacional Contra a Homofobia em Brasília. A ideia é colocar a hashtag #ocupaplanalto nos Trending Topics, os tópicos mais comentados no Twitter, para chamar a atenção das autoridades para as demandas da população LGBT.
De acordo com o militante Julian Rodrigues, o objetivo é mobilizar a comunidade gay que não estiver presente para a marcha na capital federal. Em São Paulo, o tuitaço será promovido pela jornalista e ativista feminista da Aliança Paulista LGBT, Fernanda Estima.
Algumas frases sugeridas pelo militantes são: “Por políticas efetivas de combate à homofobia nas escolas; #ocupaplanalto”; “Queremos campanhas governamentais de enfrentamento à homofobia e promoção do respeito à diversidade sexual. #ocupaplanalto”; Pelo fim do assassinato diário das pessoas LGBT e da impunidade no Brasil. #ocupaplanalto; “Fim da influência dos parlamentares fundamentalistas nas decisões do governo federal. Laicidade já! #ocupaplanalto”, entre outras.
Marcha Nacional Contra a Homofobia
A primeira atividade nesta quarta-feira será em frente ao Palácio do Planalto, a partir das 8h30. A data é véspera do Dia Internacional Contra Homofobia.
“Pedimos que todas as 257 organizações afiliadas da ABGLT e organizações e pessoas aliadas mobilizem todos os esforços para estarem presentes em Brasília na ocasião. As mães e os pais que apoiam a dignidade e os direitos humanos dos filhos e das filhas LGBT também serão muito bem-vindas(os)”, diz trecho do manifesto divulgado pela ABGLT.
“Mais uma vez estamos em Brasília. Pelo terceiro ano consecutivo, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais de norte a sul do Brasil nos dirigimos à capital da República. Novamente denunciaremos a violência e a discriminação contra nossa comunidade. Outra vez exigiremos que o Governo federal e o Congresso Nacional assumam o compromisso de enfrentar concretamente a chaga da homofobia”, acrescentam as mais de entidades que assinam o documento.
Para ler o manifesto na íntegra, clique aqui.


